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segunda-feira, 9 de novembro de 2009

AGRADECEMOS A UNS E A OUTROS

Paulatinamente, cidadãos e entidades lá vão percebendo que afinal de contas a crítica até é necessária, desde que visando o bem comum. Ainda bem.
Há alguns dias focou-se aqui o caso das lajes frente a Santa Maria dos Olivais, que estavam a ser colocadas sem respeitar as necessários juntas de dilatação. Pois houve quem lesse e mandasse emendar o trabalho já feito. Agora as pedras são assentes com o auxílio dos indispensáveis "marcadores" em plástico, ficando muito melhor. Só ainda não percebemos porque são trabalhadores da autarquia e não do empreiteiro a concluir o projecto. Mas iremos indagar.

Outro tanto aconteceu na Estação de caminho de ferro. Fez-se aqui o reparo de que a vegetação nos cais não era assim muito abonatória e logo os responsáveis mandaram proceder à indispensável limpeza. Assim é que é.
Agora só falta restabelecerem os comboios que outrora apenas paravam no Entroncamento e em Santarém. Bons tempos ! Chegava-se a Lisboa numa hora e pouco. Anos mais tarde, quando tanto se fala em TGV para "ganhar" pouco mais de meia hora entre Lisboa e Porto, no Ramal de Tomar precisamos de mais de duas horas para percorrer 125 quilómetros. O tempo voltou para trás ?


Quem parece não nos ler nem nos ouvir bem é a autarquia. Falou-se aqui nos buracos na estrada à volta do monumento ao soldado desconhecido, bem como no péssimo estado do banco sob a palmeira, em frente de S. Francisco. Pois fazem de conta que não leram nada e vá de proceder ao arranjo dos bancos junto ao citado monumento. Do mal o menos. Oxalá continuem. E não se esqueçam do alcatrão (ou do asfalto), que aquilo está uma vergonha digna do terceiro mundo.