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domingo, 15 de agosto de 2010

IMAGENS TOMARENSES DE FIM DE SEMANA

Este é o novo piso do requalificado caminho pedonal Cidade-Castelo pela Mata. Tem pelo menos uma vantagem: entra-se com calçado de qualquer cor e sai-se com calçado cor de tijolo, tipo cardeal, que é na verdade o mais indicado para visitar um convento. Está bem visto sim senhor!

As obras da rotunda têm cada vez mais aspectos bizarros. Neste caso, em frente da Rua dos Moinhos, até será capaz de sair daqui algo de jeito. Mas lá que está tudo torto, disso não restam dúvidas. Deve ser arte moderna.

Quem fez um excelente trabalho foram os empreiteiros da Ponte do Flecheiro e do paredão, conforme mostra a fotografia, nas escadas de acesso à Casa dos Cubos. Podem tropeçar à vontade que é de borla. Aproveitem enquanto é tempo.

Outro aspecto do lajedo, a revelar cuidado assentamento e indicutível respeito por todas as normas da arte. Ficou bastante caro mas é outro asseio. É capaz de haver cidadãos que tropeçam, mas a culpa será deles. Ninguém os mandou ir a olhar para a paisagem.

Uma das passagens pedonais do lado de lá da Ponte do Fecheiro, está neste lindo estado. Não chegou a aguentar dois anos. Só os fará em Novembro. Tem uma vantagem: com problemas destes, a autarquia não terá outro remédio que não seja contratar mais calceteiros, o que contribuirá para diminuir o desemprego. Mas também é verdade que postos de trabalho, como é o caso, poucos os querem. Logo se verá se vão aparecer candidatos.

Lindo, lindo, lindo, é este panorama do açude do Flecheiro. Se calhar para compensar o aspecto frio e nada atractivo do insuflável, resolveram instalar esta recordação do velho açude de madeira, com sujidade e tudo. Os cidadãos que gostam de coisas rústicas, devem estar encantados. Bem hajam senhores autarcas. Deus vos pague.

Junto ao Centro de Emprego mantém-se este excelente exemplo no domínio do acabamento de obras públicas e da limpeza urbana. Está mesmo uma maravilha. O pessoal é que nunca está contente com nada. Pobres e mal agradecidos. Mordem nas mãos que lhes dão de comer. Ingratos! Para castigo, quando morrerem hão-de ir deitados.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

MAIS IMAGENS DO ADORADO PÂNTANO NABANTINO

Como já cá havia poucos monos, os Jotas laranjas arranjaram mais este, que os filhos da madrugada entretanto arrastaram para o cimo da Corredoura. A ideia até é óptima; agora o local escolhido -frente ao Gualdim- é que foi um desastre. Se o ilustre templário nem carta de condução tem; está ali desde os anos 40 do século passado com o respectivo requerimento na mão... Por favor, levem quanto antes o chasso para o meio de uma rotunda! Aqui poucos carros circulam.

10 horas da manhã. Fim de festa. Retirados os taipais provisórios do entretanto rebentado açude, seis trabalhadores da autarquia fazem uma pausa. Provavelmente aguardam a vinda de materiais...ou de ordens superiores. Entrementes, uma botelha, vinda do porta-bagagens do carrito à direita, vai circulando. Líquido cor de mel. Deve ser alguma pomada anti-stressante, marca 1920, ou da família.
Moita Flores disse há dias que somos um país de bêbados. Um enorme exagero, não acham ?

Estes são os balneários de recurso, comprados pela câmara para o Campo de Treinos António Paiva, outrora, antes dos fundos europeus, Estádio Municipal, com balneários e 15 mil lugares sentados. Custaram estes contentores, aos contribuintes que somos, a modesta soma de 53.680 euros = 10.736 contos. Mais 24.900€ do aquecimento solar = 4.980 contos, o que vem a dar um total de 78.580€ = 15.716 contos. Sem contar com o novo depósito de água (à direita), que ainda está embalado. Ficam caros, os tempos livres dos nossos descendentes! Dantes, bastava uma bola de trapos. As de borracha já eram um luxo. Agora é o que se vê. E depois admiram-se que os alemães queiram sair do euro ? Quem é que quer aturar (e sustentar!!!) uma tropa como nós?
Um pouco mais adiante, três operários camarários adaptam uma dependência para bar do União. Ao lado, o quiosque de conhecida marca de cerveja, que nunca é tapado durante os jogos de juniores ou de infantis, ao arrepio da leis em vigor. Serve para alguma assistência ir molhando a palavra, enquanto vai vendo e comentando o jogo. Alcoólicos, os tomarenses ? Nem pensar! Quem diz isso não deve passar de um reles invejoso! De certeza absoluta!

Junto à Ponte Velha, pombos vão debicando no arruinado e sujo telhado de um dos antigos Lagares da Ordem, mais tarde Lagares e Moinhos d'El-Rei. Limpar e reparar este e os outros telhados? Não há verbas, nem vontade. Obra nova é que é bom. Seis milhões de euros para transformar o conjunto no pomposo Museu Polinucleado da Levada. Quem paga a tranformação, a instalação e o funcionamento do novo elefante branco? Isso é secundário. Depois logo se vê. Alguma maneira se há-de desenrascar, não é? Como está a acontecer com o hotel de charme de 4 estrelas, no ex-Convento de Santa Iria, na margem oposta do rio.
Porque será que os tomarenses que nos governam nunca mais aprendem ? Ou, mais precisamente, nem aprendem nem esquecem nada ?

domingo, 9 de maio de 2010

OUSANDO, NEM SEMPRE CORRE MAL...

Foto 1 - Aspecto menos trivial do Mercado 1900. Fatos de época, bicicletas, uma medida para cereais, uma amassadeira e um fogareiro a carvão, com cafeteira de esmalte...

Foto 2 - Aspecto do certame, desta vez no Mouchão.

Foto 3 - Como era previsível, o açude feito à pressa e que por isso ficou aos SSS, remediou menos mal...

Foto 4 - ...mas aguentou pouco tempo. Para a próxima já estarão certamente de sobreaviso (?).

Esteve assaz composto de público visitante o Mercado 1900, usualmente feito na Praça do Município, de D. Manuel I ou da República. E, ao que nos disseram, os negócios até compensaram, apesar da crise e da chuva de ontem. (Ver fotos 1 e 2) Boa, portanto, a decisão do senhor vereador Luís Ferreira, que decidiu transferi-lo para o Mouchão. Por ser mais fresco e mais aconchegado, argumentação com a qual concordamos por inteiro. Quando e se, num futuro mandato, o Mouchão for devolvido ao seu figurino anterior, vai ser algo de maravilhoso. É para quando ?
Aproveitando a nossa passagem por ali, cumprimentou-se com cordialidade Luís Ferreira que, naturalmente, se lastimou da pancada que lhe temos arreado aqui no blogue. Foi-lhe respondido que os políticos devem ter uma certa dose de masoquismo, pois também são eleitos, entre outras coisas, para levarem trolha. E acrescentou-se que, se assim não fosse, para que serviria votar? O autarca socialista concordou. Foi então possível continuar uma conversa amena e animada, durante a qual até se alvitrou que o melhor será, no futuro, repartir o mercado entre os arcos dos Paços do Concelho e o Mouchão, fazendo-o todas as semanas, entre Abril e Setembro, primeiro com artesanato, bolos, produtos hortícolas e frutas, tudo com certificado de origem local; mais tarde, com garantia de origem local e biológica. O responsável pelo turismo municipal ficou de ir pensar na sugestão, que não lhe pareceu má, tanto mais que permitiria respeitar, ainda que minimamente, o local onde em 1900 se realizava o mercado da cidade.
Os menos conhecedores destas coisas da democracia (ou mais cínicos) dirão que, com amigos assim, Luís Ferreira não precisa de inimigos. Trata-se de uma opinião aceitável, à primeira vista. É, porém, nosso entendimento que os verdadeiros e leais amigos são aqueles que nos dizem frontalmente aquilo que pensam e nos mostram as coisas como elas são, mesmo que nada agradáveis. Pelo contrário, aqueles amigos que nos cantam sempre e só aquilo que sabem ser-nos agradável ao ouvido, não passam de falsos amigos e verdadeiros hipócritas, prontos a dizer exactamente o contrário nas nossas costas.
Dito isto, venham as luvas, para continuar o combate...de ideias, bem entendido!
Se o mercado foi um êxito, o Congresso da sopa não foi um malogro, mas pouco faltou. Choveu, não havia planeamento prévio, não havia, por isso, um Plano B, em caso de chuva. E choveu que se fartou, sendo indiscutível que o vereador responsável não pode ser culpado pelo estado do tempo, tanto mais que não é (ainda?) ele o manda-chuva local. Por enquanto tal função é exercida em part-time por dois eleitos (Relvas/Corvêlo) e um reformado político, reconvertido na indústria privada (Paiva).
O exemplo mais evidente de improvisação, de desenrascanço, de remedeio foi e é o açude de madeira. Feito a despachar, se calhar com pouca ou nenhuma vontade,(por via de certas ideias de boicote activo?), ficou torto, incompleto, com taipais em vez de erva, rama de pinheiro e areia, para que a roda andasse "para a fotografia". Trabalho tão atabalhoado que a velhinha nora árabe se limitou a um regime de pára-arranca, mais pára que arranca. Vinte e quatro horas depois, a estacaria cedeu do lado da Várzea Pequena (foto 4), tornando indispensável nova empreitada de construção. Desta vez em conformidade com as regras da arte, esperam os cidadãos atentos a estas coisas.
Com ou sem boa vontade, no sector público como no privado, com chuva ou com sol, de Verão como de Inverno, Tomar só conseguirá ultrapassar a crise de forma duradoura, e sair da cepa torta, se ousar e conseguir oferecer qualidade, variedade, honestidade e preços competitivos. Com exemplos tristes como este do Congresso da Sopa, em que os responsáveis máximos foram apanhados "com as calças na mão", o melhor será ter o passaporte em dia e ir procurando novos horizontes, mais vastos e risonhos. Ontem já era tarde!

sábado, 8 de maio de 2010

MOLHAR A SOPA

Foto 1: Relva disponível; coisa rara em pleno Congresso da sopa.

Foto 2: Cerca da uma e meia da tarde, não havia muita gente a entrar.

Foto 3: Eventual novo modelo de açude no Nabão -Em S e com taipais em vez da tradicional rama de pinheiro consolidada com areia.

Foto 4: Aspecto de uma das bilheteiras, junto aos correios. Era uma e um quarto.

AZAR DOS AZARES !!! Já não bastavam a perfídia, a maledicência mais torpe, o elitismo mais atroz, a mesquinhez, o provincianismo, o dogmatismo atávico, os dislates e o desespero [que] deve ser muito grande, para usarmos os precisos termos do nosso vereador da cultura e do turismo, senhor Luís Ferreira (Também conhecido nos meios locais por "Ferreira dos foguetes", "Ferreira das bandeirolas", "Ferreira do avental" ou "Ferreira das farturas"). Até o senhor S. Pedro, ou lá quem manda nestas coisas do sol, do vento e da chuva, resolveu portar-se como qualquer tomarense que se respeita, e vá de molhar a sopa. A nós não nos pareceu nada mal, por dois motivos principais, a saber: 1 - Molhar a sopa é o que vamos procurando fazer todos os dias em Tomar a dianteira. "Dentro de lo que cabe", como diriam os nossos vizinhos; 2 - Há mais de dez anos que advogamos outro local para o Congresso da Sopa, baseados no princípio europeu de conceber sempre dois cenários possíveis, consoante o estado do tempo. Acontece que nunca fomos ouvidos, em virtude de um princípio sagrado entre os autarcas nabantinos -Primeiro é preciso ser candidato, depois ser eleito, e só então se passa a ser ouvido e a ter razão. Fora disso, cidadão só serve para votar e para pagar. Sobretudo para pagar.
Consequência de tal linha de pensamento, houve muito pouca gente na edição deste ano do Congresso da Sopa, por causa da chuva. A mesma doença que vitimou o então já muito conhecido Carnaval de Tomar, há mais de vinte anos. Passam os anos repetem-se as asneiras.
Abstraindo o problema meteorológico, cabe registar a habitual organização tomarense, muito eficaz e pontual. O açude está por acabar. Ficou aos SSS. E tem taipais, em vez de areia, erva seca e rama de pinheiro, como é usual. Se calhar toda contente, a velha roda cheia de remendos, vai fazendo como os trabalhadores tomarenses -ora trabalha, ora está parada. Cansa menos e rende o mesmo. Bem dizem os analistas anglo-saxões da Reuters: "Até pode ser que os PIGS (Portugal, Itália, Grécia e Espanha) retomem a costumeira indolência". É no que dá o turismo estrangeiro. Vêm cá, observam os indígenas em plena vida quotidiana e zás-catatrás! Não perdoam uma ! O Gualdim é que os topa, mas moita carrasco! Nem ai nem ui. O silêncio dos séculos!

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

DESVENDADO O MISTÉRIO DO AÇUDE




Suponho que poucos saberão, (estas coisas da história já não interessam a ninguém), mas os nossos antepassados (nossos, dos tomarenses, bem entendido) foram sucessivamente foreiros dos Templários, até 1312, e da Ordem de Cristo até à aceitação do foral novo dado por D. Manuel I (1509). Significa isto que beneficiaram de um estatuto próprio durante séculos, após o que passaram a ser regidos pela lei geral do reino.
Sendo foreiros, a entidade que lhes concedera os foros garantia-lhes alguns direitos, mas igualmente muitas obrigações. Entre aqueles figuravam o direito de habitação, o direito de amanhar uma courela mediante renda anual (o foro) e/ou de exercer um ofício. Das obrigações, as principais eram a participação nas campanhas militares, o cumprimento dos direitos de aposentadoria e de comedoria dos nobres e, sobretudo, o pagamento de impostos.
Naqueles tempos, a circulação de moeda era muito reduzida, e a troca directa muito frequente, pelo que os impostos e as rendas dos foros eram pagos em géneros. Na região de Tomar, além dos tradicionais animais domésticos (galinhas, patos, perús, cabritos, cordeiros, vitelos), o usual era pagar com a azeitona e os cereais. Além das filhas casadoiras, no âmbito do direito de pernada, mas isso é já outro assunto mais sensível.
Procurando evitar a falcatrua e/ou a fuga ao pagamento mais ou menos justo, os administradores da Ordem muniram-se desde o início, em 1162, de todas as garantias. Assim, só a Ordem e os por ela designados tinham o direito de fazer açudes fixos no rio, bem como de moer azeitona ou cereais. Maneira ardilosa de forçar os agricultores a entregarem toda a sua produção nos lagares/moínhos existentes (os da Levada), onde lhes retiravam logo a parte referente aos impostos. Além de mais qualquer coisinha para o lagareiro/moleiro...
Os outros foreiros apenas podiam fazer anualmente açudes provisórios, exclusivamente para rega, que deviam obrigatoriamente ser desmontados até meados de Outubro. Por casa das cheias, mas sobretudo para evitar tentações e subsequentes vigarices...
Com a extinção das ordens religiosas em 1834, houve confusões com fartura na questão dos foros, acabando muitos foreiros por se assenhorearem dos terrenos que até então exploravam e pelos quais pagavam os foros anuais. Quanto aos lagares/moínhos e açudes, foram sucessivamente arrematados por vários cidadãos à fazenda nacional. Os últimos foram João Torres Pinheiro e Manuel Mendes Godinho, por compra àquele. Nos nossos dias, como é sabido, resta um açude de madeira e uma roda a funcionar (quando funciona !), ambos propriedade da autarquia, que comprou o conjunto conhecido por Mouchão dos Frades nos anos 40 do século passado.
Toda esta lenga-lenga para tentar enquadrar o mistério do açude do Mouchão, que este ano ainda lá continua em meados de Novembro, contrariando o que sempre se praticou até agora -a sua desmontagem o mais tardar até 15 de Outubro, por causa das cheias. Isto apesar da roda ter dado o berro e deixado de funcionar em Agosto passado.
Finalmente, em mais uma demorada visita ao local, foi fácil desvendar o mistério. A exemplo do que vem fazendo em vários pontos da cidade, preservando a vegetação mais ou menos rasteira que vai nascendo nas ruas e nos espaços verdes, a autarquia está apenas a procurar defender o ambiente. Neste caso a assegurar o poiso e o comedouro da garça. E está certo, pois de acordo com a tradição popular, Tomar sempre foi madrasta para os seus filhos, mas extremamente hospitaleira para as aves de arribação. O pior é que até um rural disse ao meu lado -Mau sinal ! Gaivotas em terra é sinal de tempestade!
Ainda não percebi onde ele queria chegar.


segunda-feira, 19 de outubro de 2009

AO QUE ISTO CHEGOU !

Estas fotografias documentam detalhes do estado a que os nossos autarcas deixaram chegar a multicentenária Roda do Mouchão, conhecida imagem típica de Tomar. Dentro daquele conhecido estilo, herdado da primeira metade do século passado. Quando se considerava que um bom remendo valia mais que obra nova.


Entretanto os tempos mudaram. Aderimos à Europa, vieram os fundos de Bruxelas e adquirimos hábitos de novo riquismo. Agora o melhor é deitar abaixo e fazer novo. Os estádios do Euro 2004, pagos a peso de ouro e na maior parte às moscas desde então, aí estão para exemplificar. Mas em Tomar também seguimos essa moda. Mouchão, Várzea Pequena, ex-Estádio, pavilhões, parque de estacionamento substerrâneo que mete água, paredão da ponte do Flecheiro, tem sido um fartote.



Por motivos até hoje nunca explicados, ao rebanho de eleitores e pagadores de impostos, os senhores autarcas que nos vão procurando governar, com resultados bastante desiguais, vão falando no indispensável desenvolvimento do turismo, continuando embora a pouco ou nada fazer nesse sentido. A roda do Mouchão, que todos os anos é posta a funcionar unicamente para que os turistas a possam admirar, uma vez que o tradicional sistema de rega que nela tinha origem foi deliberadamente destruído, (vá-se lá saber porquê), está visivelmente a desfazer-se. Nunca teve a sorte de olharem para ela com vontade de a repararem condignamente. O resultado não é nada bom. Agora parece demasiado tarde para continuar com remendos e outras reparações de circunstância. Há que ter a coragem de encomendar uma roda totalmente nova, naturalmente a quem ainda as saiba fazer. Esta ainda aguenta mais um ano, ou dois, ou três ? É possível. Mas convirá também ter em conta que já este ano esteve parada por várias vezes, devido a problemas de diversa ordem. E há um outro problema. Actualmente é possível encontrar quem saiba fazer rodas. O prof. Manuel Ferreira, da EB 2/3 Gualdim Pais, por exemplo. Têm a certeza que dentro de alguns anos ainda continuará a haver profissionais competentes nessa área ? Ou teremos de os mandar vir da Síria, mais precisamente de Hama, onde funcionam várias rodas semelhantes à nossa ?
Uma coisa é certa, a actual está visivelmente a dar as últimas. E depois há o açude, que em conformidade com a tradição já devia ter sido desmontado antes da Feira de Santa Iria, a demonstrar que a administração autárquica nem sempre consegue acompanhar o barco...