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quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

A MACHADADA FINAL?

Segundo notíciam Cidade de Tomar e O Templário, está consumado o desastre económico Autarquia/Parque T. A Câmara herda "a criança" e vai ter de pagar à subsidiária da Bragaparques à roda de 7 milhões de euros = 1 milhão e 400 mil contos. Uma ninharia, para um cidade rica como a nossa. Tudo porque o ex-presidente António Paiva, no uso do seu estilo "quero, posso e mando", que ninguém ousou contrariar na altura, convencidos de que estávamos "No rumo certo", de acordo com slogan eleitoral do PSD nas autárquicas anteriores, assinou com a citada empresa um acordo de contornos algo leoninos, mediante o qual lhe cedia por 20 anos o exclusivo do estacionamento na área urbana, num total superior a 1500 lugares tarifados, tendo resolvido depois, seguindo o mesmo modelo comportamental, mandar construir o parque de estacionamento à ilharga do ex-estádio, agora campo de treinos. Sentindo-se prejudicada, a ParqT alegou ruptura do acordo e avançou para a via judicial, exigindo uma indemnização de 7 milhões de euros, que agora o tribunal arbitral reduziu para 6,5 milhões, mas que com as alcavalas jurídicas, irá ultrapassar os 7 milhões. Por esta soma, de que a autarquia não dispõe, sendo mesmo muito problemática a sua obtenção junto da banca, dada a actual situação de falta de liquidez,  a relativa maioria de Corvêlo de Sousa recebe o parque das traseiras dos Paços do Concelho, com uma saída atamancada, que obriga os moradores motorizados a passarem pelo interior do parque de estacionamento para acederem às suas casas, um talude para consolidar, outro para drenar capazmente, um terceiro para vedar, um ascensor inútil, instalações para um café/pastelaria que ninguém quer explorar e um jardim suspernso para cuidar. Que rica encomenda!
Caso o executivo consiga o empréstimo bancário indispensável para honrar a supracitada reparação exigida e obtida pela ParqT, o seu passivo global passará a ser da ordem dos 40 milhões de euros = 8 milhões de contos = 205, 2 contos por cada eleitor do concelho. Não está nada mal, não senhor! Só falta saber onde irá o município arranjar o dinheiro para liquidar tamanho calote.