Foto 1
Foto 2
Foto 3
Foto 4
Numa atitude corajosa, muito comentada e louvada na altura, o arquitecto Lebre, enquanto cidadão tomarense, foi a uma reunião do executivo camarário e lamentou o estado a que isto chegou, protestou contra certas enormidades (como por exemplo as lajes em granito...) e reclamou contra a evidente morosidade das obras, que a todos incomodavam. Assim publicamente enxovalhado, o executivo de então, que é quase o mesmo de agora, lá acelerou a conclusão dos trabalhos em curso e ordenou que passassem a ser usadas lajes de calcáreo. Infelizmente para todos os cidadãos, outras asneiras continuaram a ser praticadas.
A foto 4 mostra que nem todos os sumidouros foram colocados nos eixos das quelhas, o que é muito estranho, tendo em conta a lei da gravidade, que faz com que a água corra sempre para o lado mais baixo. Mais bizarro ainda, alguns sumidouros nem sequer parecem ligados ao colector (Foto 1).
Outro aspecto curioso é que as passadeiras, sendo centrais, por vezes não ocupam o eixo da via (foto 3). Só falta apurar porquê. Outro tanto sucede com a velha sarjeta frente ao Cine-Teatro. Por razões que falta apurar, está entupida há mais de dez anos (!!!) (foto 2), apesar de entretanto já ali terem feito obras há pouco tempo. Dado que o sumidouro da foto 1 também não cumpre a sua função, quando chove bastante, resta aos cidadãos trazerem de casa toalha e sabonete, pois a água é abundante e muito mais barata que a dos SMAS. É gratuita. Só tem um inconveniente: por enquanto ainda não é aquecida. Mas com o tempo... Entretanto é aconselhável comprar uns botins de borracha...e apresentar a factura numa das reuniões do executivo autárquico. Pode ser que assim as coisas melhorem e os eleitos deixem de dizer que é tudo má-língua.



