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| A empreitada em curso na Estrada do Convento já aqui deu que falar. Volta-se ao assunto porque o subempreiteiro encarregado da consolidação dos taludes não teve dúvidas: perante um projecto mal executado, respeitou-o de forma estrita. O muro de suporte que logicamente devia estar atrás da árvores, obedece estritamente aos parâmetros indicados no projecto... que visivelmente não teve em conta a existência das árvores... |
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| ...apesar de haver muito espaço livre, o que teria permitido alargar a via, deixando-as no passeio a construir. Agora andam lá trabalhadores de outra empresa "para desenrascar a situação". |
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| As fotos acima mostram o talude (ribanceira) entre o parque de estacionamento e a Estrada do Convento. Era suposto que as obras em curso naquela artéria resolvessem de vez e de forma adequada o problema da sua urgente consolidação. Pois não senhor! Nesta última foto apercebe-se, à direita e entre as árvores, o novo muro de betão, lá em cima. Tudo indica, por conseguinte, que vamos continuar a ter uma paisagem tipo século XIX decadente... enquanto não houver desabamento. |
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| Na mesma área, o empreendimento ParqT -que já tanto deu que falar- previa imensas maravilhas, entre as quais uma vasta zona arborizada e ajardinada no terraço. Foram até colocados projectores, um dos quais se vê nesta foto. |
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| Apesar de ter ao seu serviço 574 funcionários, a autarquia não tem jardineiros. Os espaços verdes urbanos são manutencionados por sociedades privadas, em regime de avença. Não admira por isso que o previsto espaço ajardinado, na cobertura do parque de estacionamento, agora propriedade da autarquia, esteja neste estado. A dez metros dos Paços do Concelho, que rico postal turístico! |
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| Deixado aos caprichos da natureza, o citado espaço a ajardinar até tem sistema de rega automática e tudo, conforme se vê na foto. O que não impediu a morte prematura de várias árvores plantadas logo no início. |
Para finalizar, por agora, o sumptuoso ascensor, totalmente inútil, visto que as instalações para café/pastelaria/cervejaria/bar/esplanada, que se vêem ao fundo, à esquerda, nunca chegaram a abrir... Bem dizem os lordes conservadores ingleses: "Não se pode dar muito dinheiro ao pobres. Estragam tudo, sujam tudo e fazem demasiado barulho!"