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| PÚBLICO P2, 15/04/2011, página 13 |
Outro recorte da imprensa de ontem, a título de exemplo, pois não se trata só, ou sequer sobretudo, de averiguar qual o relacionamento entre quem critica e quem é criticado. Convém, isso sim, comparar o que é dito, bem como as deduções e ligações que são feitas, com os factos tal como aconteceram. Caso contrário, cai-se numa cilada implícita que é esta: Os ódios de Saraiva, Crespo, Moura Guedes, Moniz, Soares dos Santos, Belmiro de Azevedo, Ricardo Salgado, Carrilho, Seguro, Ana Gomes e tantos milhares de outros, foram provocados por acções indignas de governantes probos, ou resultam simplesmente de ódios doentios de parte a parte? É que começam a ser nitidamente ódios a mais. Por vezes até de cidadãos que sempre votaram PS, mas agora estão nauseados com tanta merda.
A política nunca deve ser apreendida como religião, sob pena de se entrar no domínio da fé, da crença, dos dogmas. Com os resultados que estão à vista de todos, na vastidão do mundo muçulmano...
