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segunda-feira, 1 de junho de 2009

MEDITAÇÃO PARA INÍCIO DE SEMANA

"O triste caso da professora de Espinho não deve ser generalizado. Mas há uma série de perguntas que precisam de resposta. A primeira delas é: como é que ninguém notou que a professora não estava em condições de saúde para leccionar? Se esta docente de História substituiu a matéria por invectivas pessoais aos alunos -alunos de 12 e 13 anos- sobre as supostas práticas sexuais deles, certamente que, nas reuniões de professores, a doença mental desta professora devia notar-se. ... ...
...No meu tempo, a explicação do "direito de pernada" (o direito do senhor feudal a desflorar as mulheres dos seus servos, na noite de núpcias, antes do marido) fazia parte do estudo do feudalismo, sem que isso provocasse qualquer alarde."

Inês Pedrosa, Avaliações, Revista Única-Expresso, 30/05/09, pág. 68

(Os cavaleiros da Ordem dos Templários e depois da Ordem de Nosso Senhor Jesus Cristo sempre beneficiaram do direito de pernada, conjuntamente com os de comedoria, aposentadoria e justica própria)