Conscientes deste triste estado de coisas, os eleitos da oposição tanto batalharam que lá conseguiram convencer a actual maioria autárquica a reabrir o Parque de Campismo. Desde então, as obras têm prosseguido, como já aqui se escreveu, infelizmente com pouco ritmo para o nosso gosto.
Inesperadamente, ou nem tanto, manifestou-se um outro problema, a ultrapassar antes da anunciada reabertura do parque, que segundo as nossas fontes deverá ocorrer lá para finais de Julho. Elementos do União de Tomar, que ocupa uma parte das instalações do parque, desde que foi despedido das demolidas bancadas do estádio, têm-se mostrado adversos a qualquer solução consensual. De acordo com informações recolhidas, as relações entre aqueles elementos e membros da autarquia tornaram-se de tal modo tensas que houve necessidade de uma conversa entre representantes unionistas e o presidente da câmara. Inesperadamente, Corvêlo de Sousa, que muitos dizem ser boa pessoa mas carecer de "pulso", adoptou um estilo calmo mas extremamente enérgico, que terá surpreendido agradavelmente alguns dos presentes e contribuído para fazer avançar as coisas. Oxalá que sim, porque pelo menos as carrinhas ainda por lá estão e aquilo não é propriamente um parque de estacionamento para clubes desportivos, mesmo tomarenses.