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domingo, 23 de janeiro de 2011

UMA TERRA CADA VEZ MAIS ABANDALHADA


Os habitantes que realmente amam a sua terra notam; mas os visitantes ainda mais. Tomar, que já foi uma cidade airosa, limpa, cuidada, acolhedora, está a transformar-se em capital regional do desmazelo. As duas fotos supra ilustram aspectos de todos os dias -buracos nas calçadas que assim ficam durante meses e meses. Como se a autarquia não tivesse calceteiros privativos, exactamente para estas coisas.
Outro exemplo de evidente deixa andar. A sinalização turística existente é pouca e de evidente má qualidade.  Alguma da que existe apresenta este triste aspecto. Há mais de dois mandatos que esta indicação junto ao turismo municipal aguarda quem se ocupa de urgente substituição. Ou então tirem o painel. Como está é uma vergonha e denota falta de respeito pelos turistas. Que não são propriamente cães vadios. Mesmo os "caracóis".
Outro exemplo flagrante, este ao fundo da principal rua da urbe antiga, a tão falada Corredoura "um autêntico centro comercial". A dada altura, alguém se lembrou na autarquia que seria muito útil colocar pequenos servidores de sacos de plástico para recolher "pastéis de cão", nos locais mais movimentados da cidade. Foi a iniciativa municipal "Pró-cão". Entretanto o vereador responsável pela ideia (salvo erro Ivo Santos) deixou de fazer parte do executivo, e nunca mais houve sacos. Mas há pastéis de cão com fartura. E os distribuidores estão vazios e tal como o da fotografia acima...
Outro evidente sinal de desmazelo e, neste caso, até de insegurança. Topa-se logo que a máquina distribuidora foi vandalizada e assaltada. Segundo o proprietário do café ao lado, que a explorava, aconteceu há mais de três anos e apresentou queixa contra o autor "que eles até sabem quem foi". Aguarda desde então. E os serviços competentes da autarquia também ainda não tiveram tempo para lhe comunicar que a respectiva licença de ocupação da via pública (se é que a máquina alguma vez deu azo ao pagamento de tal coisa...), é para uma máquina distribuidora e não para os destroços da dita.
Finalmente, uma placa sinalizadora bem à imagem da entidade sinalizada. Tanto uma como outra estão em mau estado, são pouco agradáveis à vista e devemser substituídas quanto antes. Legalmente, claro!