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Está finalmente concluída a empreitada da Rotunda, durante cuja execução os tomarenses puderam constatar a indiscutível experiência da empresa construtora, bem como a impecável organização do trabalho. Foi a única maneira de os comerciantes e os transeuntes não terem sofrido nenhum transtorno. Quem sabe, sabe. O resultado final é o que se vê. Aqui temos um detalhe do piso asfáltico, a mostrar duas coisas, pelo menos: 1 - Que se trata de uma obra financiada por Bruxelas; 2 - Que a fiscalização não hesitou em fazer o seu trabalho. Assim é que é! |
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Na calçada dos passeios é evidente a mesma preocupação do empreiteiro com os detalhes que fazem toda a diferença. Aqui umas covinhas, para dar um ar tradicional e ficar parecido com os outros passeios e ruas da cidade. Quando chove, formam-se uma pocinhas de água, que os pombinhos aproveitam para fazer a sua higiene e se dessedentar. Muito poético indeed! E depois, volta e meia abrem-se umas fendas, para lembrar aos peões tomarenses que, conforme a lenda, há um túnel entre o castelo e a Igreja de Santa Maria, que deve passar por ali. Excelente pedagogia, sobretudo para as Novas Oportunidades.
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| Os acabamentos são de uma qualidade acima de qualquer crítica, como se pode ver nesta foto. Até conseguiram dar um aspecto de obra rústica, à espera de melhores dias. |
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Quanto ao piso, não há qualquer dúvida possível -optaram pela melhor opção: o estilo rural, falsamente abandalhado e abandonado, para condizer com as construções anexas. Assim, quem ali for fazer a sua mija ou mesmo mais alguma coisa, até fica a pensar que está "a dar à calça" nalguma aldeola perdida de um país do terceiro mundo . O Dr. Cartaxo da Fonseca, "pai" da Biblioteca Municipal, disse-nos que na primeira metade do século passado, com a moagem ainda a funcionar, aquele canto à ilharga do rio tinha um topónimo típico. Chamavam-lhe então a "Fonte da Merda". Bem dizia o Lampeduza que é preciso ir mudando qualquer coisinha para que tudo possa continuar na mesma.
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Excelente, excelente mesmo, foi a ideia de colocar contra a escadaria da moagem velha o molde das silhuetas metálicas que os senhores do executivo -não se sabe por alma de que santo ou santos- resolveram que não deviam ser colocadas na circunferência exterior do tanque central da Rotunda. Apesar de estarem feitas e pagas. Com o tempo alguma coisa de há-de resolver. Só não se sabe é quando. O costume.