Que se há-de fazer a esta criatura? Órfã de 89 e se calhar vítima da crise, padece igualmente de ideias fixas, nem sempre estando em condições de distinguir a realidade da fantasia. Mistura de forma sistemática alhos com bugalhos e confunde calúnias e grosserias com contestação política. Ignora à evidência o que seja convivência social, mostrando-se também incapaz de fundamentar aquilo que diz. Vai repetindo sempre o mesmo disco, que decorou há mais de 30 anos, quando militava noutra força política agora decadente, cuidando que os outros são obrigados a aturá-lo e a dar à estampa os seus fantasmas.
Pretende defender o Rosa Dias, sem todavia ter ainda entendido que os seus comentários são eliminados unicamente por manifesta falta de educação ou de conteúdo com interesse. Quando e se finalmente tiver compreendido que para acusar alguém seja do que for devem avançar-se provas, talvez consiga explicar-nos então qual a nossa mentira, quais as razões, a data e as consequências da alegada demissão de Rosa Dias, ou lá o que terá acontecido. Nessa altura teremos muito gosto em publicar, se acaso corresponder à estrita verdade factual, e não vier acompanhado do habitual chorrilho de calúnias, injúrias e palavrões, como se pode constatar na ilustração supra. Tudo naturalmente a coberto do anonimato, que a criatura é corajosa e os ares da Nabância (dada a proximidade da redacção d'O TEMPLÁRIO) incitam à audácia. Pobre terra que tais filhos tem! Que se lhe há-de fazer? Chamar o 112 e dar-lhe a morada?

