domingo, 31 de maio de 2009
RONDA DE FIM DE SEMANA
PARQ T - A ORIGEM DAS MAZELAS 2
sábado, 30 de maio de 2009
PARQ T - A ORIGEM DAS MAZELAS 1
sexta-feira, 29 de maio de 2009
ESCLARECIMENTO
Redacção de Tomaradianteira
SÓ FALTAVA MAIS ESTA!!
UMA BOA OUTRA MÁ
ANÁLISE DA IMPRENSA LOCAL E REGIONAL
quinta-feira, 28 de maio de 2009
SANTA MARIA DOS CAPINZAIS???
MAIS UM CASO OU PIOLHOS OU VOTOS
Na sequência daquele nosso postal sobre as árvores da Rua dos Arcos infestadas com piolhos e sobre os inconvenientes daí resultantes, um leitor de TaD achou-se com iguais direitos. Como habita, supõe-se, na Av. Egas Moniz, onde também há árvores da mesma espécie e com a mesma moléstia, vá de criticar aqui o pessoal do blogue, por não abordarem o assunto. Pois aqui fica a referência, com fotografias e tudo. Nelas se pode constatar que tanto as olaias da direita como as árvores decrépitas da esquerda, cuja designação desconhecemos, há muito que estão a pedir cuidados e, para algumas, substituição quanto antes.
Dito isto, convém esclarecer que Tomar a dianteira não é nenhum serviço público de reclamações, nem os que o fazem são ou aspiram a ser provedores dos eleitores tomarenses. Pelo contrário. Conquanto sempre prontos a colaborar em causas justas, continuamos a pensar que "Quem tem boca não manda soprar." Há uma reunião pública mensal na autarquia, durante a qual os cidadãos podem expor livremente os seus problemas. Mas é mais fácil mandar os outros para a cabeça do bicho, não é verdade? Os tomarenses sempre foram muito corajosos. Ultimamente então ainda estão melhor.Se calhar até é capaz de haver alguma ligação entre essa usual atitude de "vai lá indo que eu já vou" e o estado em que isto está, com sérias tendências para piorar. Se formos a ver bem... O povo bem diz que "Quem quer bolota trepa", mas quê, recebê-la já descascada e pronta a comer é outra vida. Resta saber se poderá continuar a ser como até aqui. Já falta pouco.
AS ATRIBULAÇÕES DOS PATOS TOMARENSES
Nascer e viver tomarense é cada vez mais problemático. Que o digam os nossos patos ainda livres ali no rio. Um casal deles, fartos de ratazanas, lontras, pombos e garças, resolveu trazer a descendência para um local mais limpo e arejado. Inicialmente ajudados na sua tarefa pelo bom do Manel Cavalo de Pau, que pacientemente lhes colocou a filharada na água, cedo as coisas se complicaram. Com a melhor das intenções, alguns dos nossos bombeiros, decerto pouco habituados a viver em liberdade, terão entendido que o normal é as pessoas cá fora, os patos no rio, os patos bravos na Serra e em Lisboa. E vai de agarrar na família e mandá-la de volta para o Nabão. É claro que o macróbio casal, já bem acostumado a estas paragens, tomarense e portanto teimoso, não tardou a regressar à Rotunda.
Foi então a celebridade local, na net, na rádio e nos jornais. Os tais dez minutos de glória a que todos temos direito e aspiramos, de acordo com os especialistas da "com". Depois é que foi o delas! Vieram curiosos e cada cabeça sua sentença. Pouco dias passados, um profissional da zona, se calhar adversário dos bens livres ou comunitários, deve ter pensado "Se não os aproveito eu, aproveitam-nos os outros; assim como assim, primeiro eu." E levou quatro patinhos para casa. Ficaram oito e os progenitores.
Mais um dia ou dois e apareceram uns jovens alunos de mochilas às costas, oriundos de determinado bairro social da cidade. Tendo por herança o hábito de viver financiado pelos contribuintes, acharam concerteza que o que está em Portugal é dos portugueses, além de que "Se não os levamos nós...". E lá desapareceram nas mochilas mais cinco patinhos. Restaram quatro, mas por pouco tempo. Nessa mesma noite, um bêbado mal disposto (as bebidas baratas raras vezes assentam bem...) agarrou num dos sobreviventes e resolveu estrangulá-lo. Eventual vingança por se saber alcoólico e não ter coragem para largar o vício.
Profundamente desapontado com tanta barabaridade gratuita, o líder local do grupo ambientalista AQUA decidiu proteger os três últimos patinhos. Estão agora numa das montras do estabelecimednto paterno, junto à Rotunda. São bem tratados. Têm água, comida de qualidade, um espelho para não se sentirem sozinhos e um pequeno projector par aquecimento. Nunca estiveram tão bem. Segundo o seu benfeitor, quando atingirem a idade adulta serão postos em liberdade. "Como deve ser".
Entretanto 0 casal progenitor foi visto ali para as bandas do Agroal. "Em Tomar não ficamos mais. Aquilo é só complicações. Um dia destes ainda nos iam obrigar a ter bilhete de identidade, cartão de contribuinte, cartão de vacinas, cartão de eleitor e licença para acampar nas margens do Nabão. Tudo isso para quê? Para acabarmos numa mesa farta, com rodelas de laranja e muito arroz? Livra!!!" E lá foram, livres como o vento. Alguém tem a coragem de os criticar?
quarta-feira, 27 de maio de 2009
NOTAS VÁRIAS
A FAMA E O PROVEITO
terça-feira, 26 de maio de 2009
LOCAIS E CONFIDENCIAIS - 2
POLITICAMENTE INCORRECTO
( Os interessados em mais detalhes podem ir ao site da ABC TV, ou ao blogue www.blasfemias.blogspot.com )
LOCAIS E CONFIDENCIAIS
Fonte geralmente bem informada garantiu-nos que uma sociedade, composta por Miguel Relvas, Duarte Nuno Vasconcelos e António Lourenço dos Santos, vai licitar e tentar comprar o Antigo Convento de Santa Iria/Antigo CNA Feminino, cuja hasta pública, seguida de negociação particular, está prevista para o próximo mês, com uma base de licitação de milhão e meio de euros. A confirmar-se tal hipótese, tinha razão o presidente Fernando de Sousa quando garantiu que já havia interessados naquela compra, o que na altura pareceu muito pouco provável, dada a profunda crise que se vive no país, particularmente sensível na área da construção..
segunda-feira, 25 de maio de 2009
OCUPAÇÃO HOTELEIRA DE MONUMENTOS

O jornal PÚBLICO inseriu na sua edição de ontem, sob o ante-título "Polémica - Transformação de património público em espaços de turismo", um trabalho de duas páginas, assinado Alexandra Prado Coelho. Na página da esquerda, o título é interrogativo: "Há vida para lá dos hotéis de charme ou de luxo?" Segue-se um cabeçalho esclarecedor: "A transformação de monumentos e palacetes em hotéis de charme ou de luxo não é uma novidade. Mas ultimamente algumas propostas originaram polémicas".
Na página da direita, o ordenamento é diferente, com ante-título ("Walter Rossa, especialista em história da arquitectura") e título "Um hotel junto ao Convento de Cristo é "absolutamente inaceitável". Segue-se a peça que passamos a transcrever parcialmente, na parte que aborda a situação tomarense, com a devida vénia à autora e ao PÚBLICO.
"Criar hotéis mesmo que em áreas devolutas anexas ao Convento de Cristo, em Tomar, ou ao Mosteiro de Alcobaça, ambos monumentos classificados pela UNESCO como "Património da Humanidade" "é absolutamente inaceitável", indigna-se o arquitecto Walter Rossa, especialista em história da arquitectura e urbanismo. "Há edifícios que são símbolos nacionais e que o Estado tem que manter como símbolo. Imagine que um grupo rock queria comprar os direitos sobre o hino nacional para fazer uma versão diferente e rentabilizá-lo. Não vamos rentabilizar o hino nem a bandeira, tambédm não vamos rentabilizar o Convento de Cristo."
Elíseo Summavielle, director do Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (IGESPAR) descreve o antigo hospital militar junto ao Convento de Cristo e o asilo ligado ao Mosteiro de Alcobaça como "espaços expectantes e não abertos ao público por não terem interesse arquitectónico que justifique a visita." Além disso, lembra, "já sofreram alterações à traça original". Porque é absolutamente necessária a preservação dos edifícios, "está a ser estudada uma reutilização, e a hotelaria é uma das várias hipóteses". Mas sublinha: "Um monumento nacional não pode nunca ser alienado, pode apenas ser concessionado." E cita bons exemplos (embora não sejam Património da Humanidade) como o Hotel do Bussaco ou o Tivoli Palácio de Seteais, que acaba de ser inteiramente restaurado pela cadeia que o explora.
Tomar e Alcobaça são dois casos diferentes, na perspectiva de Paulo Pereira, antigo vice-director do IPPAR (Instituto do Património Arquitectónico). No caso de Alcobaça, o antigo asilo é um espaço que "tem possibilidades de ser reutilizado e adaptado a diversas funções," embora "seja excessivamente grande para ser musealizável".
Já no caso do antigo hospital militar anexo ao Convento de Cristo, Paulo Pereira discorda absolutamente da sua reutilização. "Não tem condições. Teria que ser muito adaptado. A haver reutilização, devia ser apenas para áreas de serviço de apoio à vida do monumento."
A partir daqui a peça continua, mas já sem grande interesse para Tomar, pois aborda os casos do Tribunal da Boa Hora e da antiga sede da PIDE, na Rua António Maria Cardoso.
O comentário de Tomar a dianteira
Há no fragmento da peça que reproduzimos acima aspectos que, no nosso entendimento, seria pecado não realçar. O primeiro é, obviamente, a lamentável situação em que nos coloca, a nós tomarenses e aos alcobacenses. Não somos vistos nem achados no assunto. Distintos cavalheiros, lá longe, opinam em tom definitivo, mas ninguém cuida de saber as opiniões dos moradores, cidadãos com direitos porque pagadores de impostos. Aparentemente somos considerados, por essas sumidades, como uns bandos de gente ignara e geralmente taralhoca, incapaz de entender minimamente estas complexas questões do património. Uma espécie de indígenas atrasados, habitantes de colónias relutantemente administradas por Lisboa e pelos seus quadros esclarecidos.
Acontece, todavia, que estão redondamente enganados. Ambos os conjuntos em questão -Tomar e Alcobaça- foram criados e desenvolvidos por instituições locais, profundamente enraizadas, às quais, em ocasiões e de modos diferentes, a Coroa (hoje diríamos o Estado) deitou a mão, por pura ganância e sede de poder. Convém nunca esquecer este aspecto, que é fulcral para o cabal entendimento de toda a problemática, tanto histórica com actual.
Depois há a questão do real conhecimento dos monumentos mencionados. O próprio título da peça (Um hotel junto ao Convento de Cristo é "absolutamente inaceitável) só pode provocar sorrisos amarelos em todas aqueles, e são muitos, que conhecem bem a Casa Grande da Ordem.
Finalmente, para não alongar demasiado, que não por falta de argumentos, cabe lamentar as infelizes declarações do responsável máximo do IGESPAR. Afirmar que o antigo hospital militar, junto ao Convento de Cristo, não está aberto ao público "por não ter interesse arquitectónico que justifique a visita", constitui simultaneamente um insulto aos tomarenses e uma triste ignorância da realidade. Insulto aos tomarenses, porque é deles o monumento, porque ninguém cuida de saber a sua opinião. Triste ignorância da realidade, porquanto a magnífica Sala dos Cavaleiros, com tecto em madeira policromada do século XVII, é a melhor, ou pelo menos das melhores do País, pelo que sustentar que não tem interesse arquitectónico é pura miopia etnocêntrica. Triste ignorância da realidade, enfim porque o ex-hospital militar foi sempre, desde a sua construção, a enfermaria do Convento, do qual é parte integrante. Não está junto ao Convento de Cristo. É o Convento de Cristo.
Resta agora aguardar que a autarquia se encha de coragem e, através do executivo ou da Assembleia Municipal, ou de ambos, proteste contra semelhantes atentados ao bom senso por parte do dirigente máximo de um organismo do Estado.
(Os negritos são de Tomar a dianteira)
domingo, 24 de maio de 2009
LE MONDE - BERTRAND LE GENDRE
RONDA DE FIM DE SEMANA


sábado, 23 de maio de 2009
L I D E R A N Ç A
SOBRE A MONTRA DO TURISMO
Aqueles que opinam não servir de nada criticar, aqui na blogosfera ou na imprensa, quem cuida das coisas públicas e é remunerado com o dinheiro dos contribuintes, acabam de averbar mais um desaire. Criticou-se aqui, e pelo menos noutro blogue, a péssima execução do arranjo da montra do turismo, ao fundo da Corredoura. Pois bem, pouco tempo depois o erro foi reparado com pleno êxito. O vidro/écran está agora impecavelmente limpo e é possível apreciar o vídeo que vai exibindo. Persiste o problema do reflexo, para o qual há que encontrar solução adequada, bem como a congruência entre as imagens exibidas e aquilo que se pretende ou devia pretender. Isso, porém, é já outro debate, para outro local e noutra altura. Ou talvez não.
Por agora, o importante era assinalar a compreensão demonstrada, o tal "dar o braço a torcer", que não custa nada e beneficia ambas as partes. Só não se agradece, porquanto é assim que normalmente as coisas devem ser, em democracia plena. E o apreciado 25 de Abril já foi há 35 anos...
sexta-feira, 22 de maio de 2009
CAMPISMO SÓ LÁ PARA JULHO...
RUA DOS ARCOS: OU PIOLHOS OU VOTOS!
ANÁLISE DA IMPRENSA LOCAL E REGIONAL
TURISMO: REQUALIFICAÇÃO FALHADA
A requalificação da montra do turismo, na Praceta de Olivença, ali ao fundo da Corredoura, referenciada em primeira mão pelo nosso colega Tomar, a Cidade!, não parece ter corrido lá muito bem. À partida era uma excelente e oportuna ideia. A execução é que falhou, pelo menos até agora, com três erros a corrigir quanto antes. O mais leve deles é a fotografia escolhida como fundo. Logo reconhecida pelos tomarenses e os que cá vivem há longos anos, é um mistério para os turistas, desprovidos de referências visuais anteriores que os possam levar a saber de que se trata. Fernando Ferreira disse-o, numa frase lapidar, embora com outro sentido -"Os turistas gostam muito da Festa dos Tabuleiros, mas os tomarenses vêem-na com outros olhos." A correcção é simples. Basta colocar uma legenda, nas principais línguas, com algo do tipo "Vista aérea panorâmica de Tomar, tirada no sentido nascente/poente. Ao alto o conjunto monumental Castelo dos Templários/Convento de Cristo".
quinta-feira, 21 de maio de 2009
AFINAL É A VERDADE NUA E CRUA
