terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Pobreza franciscana?


A situação agrava-se de dia para dia, mas tudo indica que em Tomar ainda não chegaram os problemas. Como bem mostra a foto, continua-se a gastar à tripa forra, mesmo com serviços cuja utilidade está por demonstrar. De forma que, ainda não estamos na fase da pobreza franciscana, uma vez que se trata da Igreja de S. Francisco, iluminada durante toda a noite por quatro potentes projectores, quando a Igreja de Santa Maria dos Olivais, numa zona bem mais escura, apenas foi contemplada com dois. E não tem aquele outro ali à ilharga direita.
Conclusão: Ou afinal a autarquia não está tão mal como dizem; ou o actual executivo já não sabe a quantas anda, pelo que os seus membros acham que perdido por cem, perdido por mil; ou a EDP continua a fiar electricidade...pela graça de Deus. Amen!

3 comentários:

Virgílio disse...

Sr. Rebelo,

Haverá alguém que saiba dizer se o PC está de baixa médica ?

É que, supostamente, deveria ter regressado ontem ao "activo".

Contudo, ninguém diz nada - nem o TaD, nem a imprensa ou rádios locais...

Mistério...!?


Com todo o respeito,

Virgílio Lopes

António Rebelo disse...

Tem razão. Como habitualmente o silêncio é de chumbo. Estamos em Tomar, sabe?!
Aqui por TaD o apurado até agora ainda não é publicável. Caso me forneça um email seguro, poderei ser mais explícito. Entretanto o debate de sexta à noite, das 21H30 às 23H30, organizado pela Hertz no salão da Junta de Santa Maria, promete...

Arlindo C. Costa Nunes disse...

Não querendo ser juiz do desperdício, ou não, da iluminação pública no edifício referido, cabe-nos aqui proferir um desabafo, já que não sabemos mais a quem recorrer para ter iluminação pública em algumas ruas da Freguesia da Madalena.
Este é um assunto que muita dor de cabeça trás aos eleitos locais e parece-nos sem solução à vista, já que todo o processo está parado no concelho, apesar de haverem promessas que todos irão ter esse serviço.
Hoje temos locais com muita luz, para onde os Presidentes de Junta não a solicitaram e temos outros onde pontualmente foram implorados e continuam a ser ignorados.
Lamentamos que enquanto existem desperdícios em alguns locais, estão outros privados desse bem.
Sinceramente, este é um processo com mais de uma década, de fácil resolução, mas que não foram ouvidos quem de direito, para que se encontrasse a melhor e mais rápida solução.