terça-feira, 11 de agosto de 2009

MARAVILHAS TOMARENSES TAL E QUAL - 3

Como a peça de amanhã é de sustância, escolhemos uns textos ligeiros agora para a noite, no sentido de evitar digestões problemáticas a alguns. Se ainda assim houver algum problema, a culpa não será nossa. Não somos nós que fazemos a realidade. Limitamo-nos a descrevê-la e de forma bastante limitada.
Ali na Venda da Gaita, no lado oposto ao do stop camuflado pelas ramagens, o muro e o sinal estão assim há anos. Será certamente por considerarem que já faz parte do património local. Em todo o caso tem igualmente uma virtude: denuncia aos mais atentos que há perfeita concordância entre o estado de conservação deste trecho e o do Aqueduto dos Pegões. Paisagens típicas tomarenses!

Mais adiante, percorrida a Estrada do Casal das Atalaias, que está tal e qual como há cinquenta
anos atrás, excepto onde foi compulsivamente arranjada pelo proprietário de um loteamento, chega-se à Senhora da Piedade. O que foi outrora um excelente miradouro par a cidade e para o conjunto monumental Castelo dos Templários - Convento de Cristo, oferece agora aos visitantes esta perspectiva adorável. Deve ser o tal receio de podar as árvores, para evitar eventuais problemas com os ambientalistas.


Do lado oposto da cidade (estávamos a norte, agora estamos a sul), mas na mesma Freguesia Urbana de S. João Baptista, temos mais uma novidade, que faz parte da herança paivina. Um condomínio fechado de três pisos, logo à entrada de Carvalhos de Figueiredo, do lado esquerdo de quem vai no sentido de Lisboa. Inaugurada assim a era dos prédios colectivos naquela planície até agora bastante pacata e só com habitações familiares, tudo indica que outras virão.
Um morador da zona garantiu-nos que cada futuro condómino receberá no acto da compra um barco de borracha insuflável, uns botins, uma lanterna eléctrica, um compressor, uma gabardine com capuz e um par de remos...Boa ideia, dizemos nós, posto que o prédio está em zona de inundações.


1 comentário:

Anónimo disse...

Mas por que raio é que não vão à porcaria dos processos da câmara ver c'os próprios olhos como é que essas coisas aparecem?

Sr. A Rebelo, nas incursões que fez pelos serviços camarários, percebeu isso? Ou não?