sábado, 31 de outubro de 2009

TOMAR CIDADE DE TURISMO

Como bem sabem e apreciam aqueles que viajam, tanto cá dentro como por esse mundo além, cada lugar tem as suas atracções turísticas. Umas monumentais, outras apenas típicas, nenhum visitante quer deixar de as ver. Temos assim o Bairro Vermelho de Amsterdão, a Sereia de Compenhague, o Men ken piss de Bruxelas, o porco do mercado novo de Florença, a casa de Julieta em Verona, a Sebastiana, de Pablo Neruda, em Valparaíso. Ou, em pequenino e mais bizarro, a mais pequena rua de Paris (Rue do chat qui pêche), a rã no portal da universidade de Salamanca...e o frade nu com vento, no Convento; o cão e o gato na janela do capítulo, o perfil do Gualdim Pais e a calçada à tomarense, visível na fotografia, a não confundir com a calçada à portuguesa. Esta é muito mais recente. Data das recentes obras dos acessos à ponte do Flecheiro.

Uma vez que falamos de curiosidades pequeninas, aqui temos o mais estreito passeio de Tomar, na parte moderna da zona urbana da freguesia de S. João Baptista, à ilharga da linha de caminho de ferro, do lado nascente. Repare-se na já anteriormente salientada preocupação camarária com o património e, neste caso, igualmente com o ambiente. A verdura porta-se bem e recomenda-se...

tal como acontece logo mais abaixo. Assim, os moradores beneficiam do melhor de dois mundos. Têm gás canalizado e pagam a água e as taxas municipais das mais altos do país, mas têm a impressão de viver em plena natureza, com toda esta verdura mesmo em frente das janelas. E quem vier dizer que se trata de mais um caso de desmazelo, só pode ser alguém desprezível. Que nem merece sequer o nome de tomarense !



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